
“Precisamos de uma pista fixa”
O presidente da Associação de Motociclismo da Madeira, Rui Zacarias mostrou-se esperançado no futuro da modalidade, embora o presente seja apenas o possível, não o desejável. Contudo, tudo parece indicar que a modalidade tem potencial para evoluir, carecendo no entanto de maior suporte, quer humano quer logístico.
Rui Zacarias começou por dar a novidade de que a Associação de Motociclismo da Madeira “já tem um terreno cedido no Santo da Serra, mas as nossas condições financeiras não são as melhores, como aliás é generalizado. Vamos tentar que esse projecto, seja integrado no novo programa do Governo Regional, pois esta é uma modalidade que ainda não tem na Madeira uma pista fixa com as devidas condições. Nós precisámos de ter umas instalações desportivas, para a prática do motocross e do todo o terreno, no fundo um “multi-usos” na terra, centralizando as nossas instalações desportivas, com boas condições. O desporto não é só para aqueles que praticam, mas também para o público. Penso que depois de 30 anos de motocross na Madeira, merecemos também ser apoiados”.
Rui Zacarias afirmou ainda que “que a Associação de Motociclismo da Madeira tendo em conta o vandalismo e selvajaria que aconteceu, decidiu fazer um levantamento a toda a situação e tendo em conta que os pilotos conhecem muito melhor os traçados e aquilo que querem, do que a própria associação, entregámos a um grupo de pilotos, liderado pelo Décio Gouveia a incumbência de elaborar um novo figurino para a pista das Carreiras. Será efectuado um novo traçado dessa pista, que terá a sua inauguração no mês de Setembro, na altura que está agendado para o local, a prova de Motocross”.
O presidente da AMM, afirma que é desejo da associação “entregar àqueles que percebem e que sabem aquilo que se deve de fazer, para que se possa propiciar às milhares de pessoas que se deslocam à pista das Carreiras, um belíssimo espectáculo e que seja cada vez melhor”.
Quanto à organização das provas, Rui Zacarias refere que “a associação, de acordo com o seu estatuto, não as está a organizar, entregando essa iniciativa aos clubes filiados, dando-lhes todo o apoio, apontando já, para as duas provas que faltam para terminar o campeonato de motocross”.
Quanto ao presente, o presidente confidenciou que “as provas praticamente não cobrem os prejuízos. Tenho que realçar que temos todo o apoio do GR e do IDRAM para a realização destas, mas os custos são elevados, posso referir que são seguros de 5 milhões de euros de responsabilidade civil, para além dos inerentes aos próprios atletas, os quais apenas pagam uma pequena inscrição, para colmatar as despesas. Nós recebemos os apoios, de acordo com a demografia federada, mas não deveria ser só por esse factor, mas também pelo que nós realizámos ao longo do ano. Não levamos muitos pilotos, mas levamos centenas e centenas de pessoas à estrada e às pistas de motocross”, afirmou a concluir.
Rui Zacarias começou por dar a novidade de que a Associação de Motociclismo da Madeira “já tem um terreno cedido no Santo da Serra, mas as nossas condições financeiras não são as melhores, como aliás é generalizado. Vamos tentar que esse projecto, seja integrado no novo programa do Governo Regional, pois esta é uma modalidade que ainda não tem na Madeira uma pista fixa com as devidas condições. Nós precisámos de ter umas instalações desportivas, para a prática do motocross e do todo o terreno, no fundo um “multi-usos” na terra, centralizando as nossas instalações desportivas, com boas condições. O desporto não é só para aqueles que praticam, mas também para o público. Penso que depois de 30 anos de motocross na Madeira, merecemos também ser apoiados”.
Rui Zacarias afirmou ainda que “que a Associação de Motociclismo da Madeira tendo em conta o vandalismo e selvajaria que aconteceu, decidiu fazer um levantamento a toda a situação e tendo em conta que os pilotos conhecem muito melhor os traçados e aquilo que querem, do que a própria associação, entregámos a um grupo de pilotos, liderado pelo Décio Gouveia a incumbência de elaborar um novo figurino para a pista das Carreiras. Será efectuado um novo traçado dessa pista, que terá a sua inauguração no mês de Setembro, na altura que está agendado para o local, a prova de Motocross”.
O presidente da AMM, afirma que é desejo da associação “entregar àqueles que percebem e que sabem aquilo que se deve de fazer, para que se possa propiciar às milhares de pessoas que se deslocam à pista das Carreiras, um belíssimo espectáculo e que seja cada vez melhor”.
Quanto à organização das provas, Rui Zacarias refere que “a associação, de acordo com o seu estatuto, não as está a organizar, entregando essa iniciativa aos clubes filiados, dando-lhes todo o apoio, apontando já, para as duas provas que faltam para terminar o campeonato de motocross”.
Quanto ao presente, o presidente confidenciou que “as provas praticamente não cobrem os prejuízos. Tenho que realçar que temos todo o apoio do GR e do IDRAM para a realização destas, mas os custos são elevados, posso referir que são seguros de 5 milhões de euros de responsabilidade civil, para além dos inerentes aos próprios atletas, os quais apenas pagam uma pequena inscrição, para colmatar as despesas. Nós recebemos os apoios, de acordo com a demografia federada, mas não deveria ser só por esse factor, mas também pelo que nós realizámos ao longo do ano. Não levamos muitos pilotos, mas levamos centenas e centenas de pessoas à estrada e às pistas de motocross”, afirmou a concluir.
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